CPR XIV: Operação da PM desarticula ponto de tráfico no Alto Bonito, em Parauapebas

Uma ação da Polícia Militar do Pará resultou na desarticulação de um ponto de tráfico de drogas no bairro Alto Bonito, em Parauapebas, na tarde da última segunda-feira (03), por volta das 18h. A ocorrência foi registrada durante patrulhamento ostensivo realizado por uma guarnição do Grupamento de Prevenção Ativa (GPA), vinculado ao 23º Batalhão.

Segundo a PM, a ação teve início após a abordagem de um motociclista que demonstrou nervosismo excessivo ao perceber a presença da viatura, quase perdendo o equilíbrio do veículo. Questionado, o homem afirmou espontaneamente que estaria no local para comprar entorpecentes e indicou o apartamento onde ocorreria a comercialização.

Na abordagem, os policiais observaram movimentação suspeita em um bloco residencial próximo, incluindo a fuga de um indivíduo para o interior do prédio. Diante dos indícios, a guarnição realizou a averiguação no imóvel apontado, encontrando a porta aberta, substâncias semelhantes a drogas espalhadas pelo chão e sinais de que o local havia sido abandonado às pressas.

No interior do apartamento, foram apreendidas porções de substâncias análogas à maconha, cocaína e crack, além de uma balança de precisão, dinheiro em espécie, celulares e outros objetos comumente utilizados no tráfico de drogas. Durante a ocorrência, outros indivíduos compareceram ao local e relataram que estariam ali com a intenção de adquirir entorpecentes, o que reforçou a caracterização do imóvel como ponto ativo de venda.

Todos os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. As buscas pelo suspeito que fugiu continuam. A Polícia Militar destacou que ações como essa são fundamentais para coibir o tráfico, reduzir a criminalidade e aumentar a sensação de segurança da população.

A corporação reforça a importância da colaboração da comunidade, por meio de denúncias anônimas, para fortalecer o combate ao crime e preservar a tranquilidade dos bairros.

Por: Cléo Lopes